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sábado, 15 de outubro de 2011

Papo com Hilton Mattos sobre Jornalismo Esportivo.

Por Pedro Maranhão (twitter: @reportercolina).

O entrevistado de hoje no Blog Repórter da Colina (www.reportercolina.com) é o jornalista Hilton Mattos (@HiltonMattos), que atualmente faz a cobertura diária do Vasco pelo Portal IG.

A princípio, essa matéria seria apenas para um trabalho de faculdade, mas gostei muito e resolvi publicar aqui também, mesmo não tendo uma relação direta com o principal tema do blog, que é o nosso amado Gigante da Colina.

Segue abaixo um bate-papo de 26 minutos com Hilton Mattos sobre Jornalismo Esportivo.

domingo, 11 de setembro de 2011

Entrevista com o humorista vascaíno Marcos Veras.

(Marcos Veras / Crédito: Marcelo Sadio - Vasco.com.br)

Por Pedro Maranhão (twitter: @reportercolina).

O Blog Repórter da Colina (www.reportercolina.com) hoje conversa com um talento vascaíno que vem fazendo cada vez mais sucesso no humor nacional: Marcos Veras.

Nascido no Rio de Janeiro em 09/05/1980, Marcos Veras é ator (Escola de Teatro Dirceu de Mattos) e publicitário (Universidade Estácio de Sá). Sempre teve admiração pela comédia, era fã de grandes figuras como Chico Anysio, Ronald Golias e Jô Soares. Desde pequeno imitava amigos e professores. Também interpretou papéis dramáticos ao longo de sua formação.

Rádio, televisão, cinema, publicidade, dublagem ... Tem atuação em todas essas áreas.

No momento, está em diversos trabalhos, como explica abaixo.

- Faço parte do elenco do ''Zorra Total'' com 2 personagens: Soluço, no quadro das crianças, e Ruan Santana, no Metrô. Estou nas rádios Tupi FM e Nativa FM com 2 programas. Viajando o Brasil com meu solo de humor ''Falando a Veras''. Também estreio novo espetáculo, terças e quartas, às 21 horas, no Teatro Leblon: uma comédia com Júlia Rabello chamada ''Não Olhe Para Baixo, Você Vai Querer Pular'', texto de Pedro Murad e direção de Duda Ribeiro.

Mas como todos sabem, aqui o papo é sobre o Gigante da Colina ... 

Entrevista ''cruzmaltina'' com Marcos Veras. 

Como virou torcedor do Vasco?

Meu pai era vascaíno, então ele foi naturalmente me falando sobre o clube. Comecei a acompanhar os jogos e me apaixonei. 

Qual seu jogo inesquecível?

São muitos, mas escolho 'Palmeiras 3x4 Vasco' na Copa Mercosul 2000. Virada histórica. 

Já cometeu alguma loucura pelo Vasco?

Sim, joguei na escolinha do clube ... Loucura total! 

Alguma história de arquibancada para contar?

Em jogo do Vasco contra o São Paulo, se não me engano era uma Libertadores, lembro que voou um copo na minha cabeça com líquido amarelo ... e não era cerveja! (risos)

Como vê o atual momento do Vasco?

Estou muito confiante. Roberto Dinamite está organizando o clube, deu um novo ânimo à administração. O time está bom, mas é preciso mantê-lo, sem vendas, para que o grupo chegue inteiro e entrosado para a Libertadores 2012, dessa maneira existem grandes chances de conquistar o título. Ainda temos Brasileirão e Copa Sul-Americana em 2011. Estamos bem.

(Marcos Veras ao lado do Presidente Roberto Dinamite / Crédito: Marcelo Sadio - Vasco.com.br)

Qual seu maior ídolo na história do Vasco? E no elenco atual?

O maior ídolo da história do Vasco, sem dúvida, foi Roberto Dinamite, mas o vi jogar pouco. Da minha época, escolho Romário e Bebeto, que vi bastante. Era uma dupla infalível. No elenco atual, além do Rei Juninho Pernambucano e do Mastro Felipe, nosso Mito Dedé.

Qual foi a sensação de participar do show de aniversário do Vasco no Citibank Hall?

Incrível. Emocionante. Fiquei muito feliz com o convite. Era uma data especial, com grandes artistas vascaínos. Vai ficar na minha memória para sempre. 

Além desse evento, já fez algum trabalho relacionado ao Vasco?

Não, nunca. Apenas joguei na escolinha do clube entre os anos de 1990 e 1991. 

Recado de apoio ao treinador Ricardo Gomes.

Fiquei muito chocado com tudo que aconteceu. Sou um cara religioso e sei que ele vai sair dessa de uma maneira saudável. Força, professor!

Visite o site de Marcos Veras - www.marcosveras.com.br

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Taça BH: Guilherme Costa comenta estreia do Vasco.

(Guilherme Costa conversou com o Repórter da Colina / Crédito: Marcelo Sadio - 09/05/2011 - Vasco.com.br)

Por Pedro Maranhão (twitter: @reportercolina).

O time de Juniores do Vasco perdeu para o Grêmio por 1 a 0 na estreia de ambas as equipes na Taça BH 2011 - gol marcado pelo meia Guilherme Bittencourt. A partida foi realizada na noite desta quinta-feira (21/07), às 21h, no Campo Metaluzina - Barão de Cocais.

Ao término do jogo, o jovem meia Guilherme Costa conversou com o Blog Repórter da Colina (www.reportercolina.com). A promessa cruzmaltina afirmou que o resultado poderia ter sido outro devido às boas chances criadas.

- O jogo foi muito pegado no meio campo, bem truncado. Acho que não merecíamos perder. O resultado mais justo seria o empate, talvez até mesmo a vitória, pois tivemos as melhores oportunidades de gol - comentou o camisa 16, acrescentando que não vai faltar determinação para seguir em frente no torneio.

- O grupo está bem unido e focado no objetivo. Essa derrota só nos deu mais motivação para o próximo confronto - encerrou.

O próximo desafio dos ‘Meninos da Colina’ na fase de grupos é contra o América-MG, no sábado (23/07), às 15h, no Campo Lindolfo do Carmo Ferreira - Catas Altas.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

''Falem, falem, amigos vascaínos ...''


Por Pedro Maranhão (twitter: @reportercolina).

''Falem, falem, amigos vascaínos ...''

Você que assiste à VascoTV conhece muito bem essa saudação. 

É dessa maneira que o entrevistado de hoje abre toda semana o programa oficial do Gigante da Colina na Rede Esporte Interativo e no Youtube.

Quem conversa com o Blog Repórter da Colina (www.reportercolina.com) é Alexandre Pessoal, 37 anos, apresentador da VascoTV, além de filho do cantor e compositor Erasmo Carlos. Também tem raízes na música e enorme paixão pelo clube que representa na telinha.

Alexandre comenta diversos assuntos: sua vida como torcedor do Vasco, atual momento do time de São Januário, vida pessoal, entre outras coisas.

Curta abaixo o bate-papo completo com Alexandre Pessoal.

Apresente-se aos leitores. Fale um pouco sobre a pessoa Alexandre Pessoal.

Falem, falem, amigos vascaínos! Sou Alexandre Pessoal. Músico, designer e apresentador do Vasco TV. Vascaíno até a última ponta, com amor infinito assim como todos os nossos maravilhosos torcedores. Estou pronto para levar a verdade que a grande mídia do nosso país faz questão de não divulgar, favorecendo claramente outros times, que não valeria a pena mencionar em qualquer lugar. Sou Vasco, e ser Vasco é ser mais. 

Conte um pouco sobre sua história como torcedor do Vasco.

A primeira lembrança que me vem é de 1982. Logo nessa já ganhamos da "molambada" por 2 a 1 em plena chamada "Era Zico" (só rindo mesmo dela). Tínhamos que começar falando então da "Era Roberto", lindamente Marquinhos ex- jogador marcou de cabeça ao que me lembro agora. Ali nascia um amor sem precedentes, infinito, nascia também uma pessoa disposta a lutar diariamente pelo Vasco, e é isso que eu tenho feito desde então. Ser Vasco o tempo inteiro, para todos. Com o programa na VascoTV nós queremos isso, que cada vascaíno seja o nosso time não somente na hora do jogo, título ou da gozação ao adversário, queremos ações diárias o tempo inteiro pelo Brasil e Mundo, nós somos Vasco e isso basta.

Eu já fiz algumas coisas que não valeram à pena, como brigas. Nós temos que usar os fatos e a história para conseguirmos juntos mostrar a verdade a todos, não precisamos impor força física. Eu tentei isso durante uns anos, já fui integrante de torcida, não de carteirinha, pois meu pai jamais aprovaria, mas ia a todos os jogos incluindo algumas viagens, pegava e guardava bandeiras em São Januário e Maracanã. Já bati e apanhei muito, sei que o resultado não vale à pena. Quase já morri em duas delas e se por um segundo eu tivesse feito alguma coisa diferente possivelmente não teria visto meu time ser campeão nem da Libertadores, que dirá agora da Copa do Brasil. Qualquer força que exista em nós, temos que usar para as pessoas que amamos e para o Vasco, jamais contra, indiretamente, nós mesmos.

História de arquibancada: uma vez em São Januário a federação do Rio inventou que não seria vendido ingresso no dia do jogo e que esse, de alguma forma que não me lembro, deveria ser trocado em bancas de jornal. Fui então eu com minha namorada na época e com o irmão menor dela querendo fazer aquela velha "média familiar". Em um dado momento do jogo, o "juiz" que já estava me irritando ao máximo, acabou deixando de dar uma falta, e eu sem pensar muito acabei jogando no campo um relógio velho que eu tinha, mas eu estava no anel à esquerda na parte de cima e meu relógio mal conseguiu passar a grade, caindo bem no comecinho da grama e portanto muito longe do juiz e do campo. Pois bem, um PM me viu jogando sei lá como, me expulsou do Estádio, mesmo eu usando todos os argumentos que cabiam, falando que estava com minha namorada, sobrinho, que não pegou em ninguém, que seria impossível acertar o juiz naquela distância e que nem o cyborg conseguiria. Etc, etc ... Não teve jeito, acabei eu, logo naquele dia, sendo expulso quando exatamente queria dar exemplo ao meu "sobrinho". Por sorte ou acaso, eu acabei ficando com um ingresso já que ele ("meu sobrinho") devido a tamanho acabou entrando sem a necessidade de ingresso, o que me fez retornar, com a camisa amarrada no rosto, assistir ao restante do jogo bem quieto pra não criar nenhuma outra situação complicada. Moral da história, esse menino me acha um "louco", não virou Vasco e eu graças a Deus terminei o namoro (risos).

O momento mais marcante sem dúvida nenhuma foi a Libertadores, já que sou obcecado por essa competição, seguido pela virada mais impressionante do futebol mundial na final da Copa Mercosul no 4 a 3 sobre o Palmeiras.

Como é a relação com seu ilustríssimo pai (Erasmo Carlos) envolvendo o Vasco?

Essa relação nasceu em 1982 como disse acima, já que foi ele quem me levou ao Maracanã para assistir ao Urubu ruir naquela final maravilhosa. Fomos algumas vezes juntos, mas sempre é muito tumultuado e certamente nós fomos muito menos vezes do que gostaríamos, mas foi o que deu para fazer. O último jogo que fomos juntos foi na apresentação do Juninho em São Januário, linda a festa da torcida que lotou o Caldeirão, não muito pelo time, já que empataram com o Figueirense se não me engano. Antes desse jogo, o último que tínhamos ido juntos tinha sido no Maracanã no jogo do retorno à Seria A, onde em especial nesse dia a torcida fez uma festa inesquecível por tudo o que tínhamos passado. 

Assisto à maioria dos jogos que não vou ao estádio ao lado dele (Erasmo Carlos), mas confesso que não tenho conseguido algumas coisas, como ir aos jogos por exemplo. Tenho ficado muito nervoso, quase desmaiei no segundo gol do Vasco na final da Copa do Brasil, um dos jogos mais nervosos que já assisti. Minha pressão caiu, preocupando muito minha mulher Daniela. Estou ficando velho mesmo e passando o cajado (risos).

Como se sente podendo apresentar o programa oficial do seu time de coração?

Isso não tem preço. O trabalho que temos feito, além de ser um prazer, nos trouxe uma atmosfera que eu jamais imaginei como torcedor, pois é completamente diferente do que a gente sabe pelos jornais e internet. Quando percebemos isso, sentimos um bom caminho para aproximar também a realidade do clube/torcedor, passando informações importantes para a nossa torcida, que infelizmente tem que ter paciência conosco. Primeiro por que os apresentadores não são jornalistas, segundo que ainda estamos conquistando a confiança dos dirigentes e jogadores. Eles não podem ser eles mesmos se aquele veículo vier pra trucidá-los, eles só podem confiar em quem ajuda, e nós viemos para ajudar. Não queremos levantar problemas, queremos mostrar sempre o lado bom, mas minimamente cobrando o que não concordamos. Temos que ter muito cuidado com o poder da palavra e com esse canal de diálogo que conseguimos e estamos conquistando em um clube tão conservador como o nosso.

Está sempre ao seu lado nos programas da VascoTV o também apresentador vascaíno Leo Cruz 'de Malta'. Fale um pouco sobre esse amigo.

Ele foi quem me deu o presente do convite. Achamos que se tornou o embrião do que temos hoje no canal e a forma da entrevista, logicamente adaptado a imagem. Nós começamos com o Podcast do Vasco e fazíamos entrevistas somente com o áudio dos atletas, o resto foi improviso nosso. E amizade que se fortalece a cada dia.

Você e o Leo Cruz fazem todo esse trabalho na VascoTV sem remuneração, apenas por amor ao clube. Fale um pouco sobre a importância dessa atitude.

Nós entendemos a dificuldade financeira do clube, principalmente para projetos experimentais como se desenhou o nosso no começo. Aos poucos estamos conseguindo imprimir nossa marca, melhorando os quadros, comprando equipamentos, aprendendo com as dificuldades e se fossemos esperar remuneração possivelmente o nosso programa não teria entrado no ar. Acreditamos no conteúdo e no que podemos passar, já estamos na busca de novos parceiros e por enquanto não temos como priorizar isso em nossas vidas devido aos nossos trabalhos individuais. Mas quem sabe um dia o programa possa se transformar no nosso trabalho diário com a cobertura das viagens, concentrações, pré-temporadas e tudo o que tiver Vasco da Gama envolvido?

Hoje em dia, é impossível sairmos do Rio. Um dia quem sabe não conseguiremos montar uma ilha móvel de edição para transmissão ao vivo no canal do Vasco? Imagina em uma competição internacional poder mostrar os bastidores do time, ao vivo direto para a torcida, um Twitter com mais de 10 milhões de seguidores indo para aonde o Vasco for ou estiver.

Quem é seu maior ídolo na história do Vasco?

Roberto Dinamite. O Vasco tem jogadores de fundamental importância pasra tudo o que foi conquistado e se fosse fazer uma lista contando os zagueiros e meias ela seria de mais de 100 jogadores, mas nada se compara a Roberto Dinamite. Tem muita gente jovem que só tem a imagem dele como Presidente, o que esse cara fez pelo Vasco não existe. Falando um pouco do Presidente Roberto, entre erros e acertos, acho que está no caminho certo.

De um modo geral, como avalia esse conturbado processo político que acontece de três em três anos em São Januário?

Como tudo que envolve política, é sempre meio obscuro, escuso e nunca saberemos o que acontece na verdade, seja no Vasco ou no Brasil. O Vasco não pode ter medo de se modernizar, mas acredito que essa mudança já tenha começado, principalmente com a profissionalização de alguns setores que inacreditavelmente ainda não existiam no Vasco, como o de Marketing por exemplo.

Como foi a emoção de ver o Vasco Campeão da Copa do Brasil?

Confesso que, para mim, o que valeu dessa conquista foi a vaga na Libertadores de 2012 e o fim do jejum. Em um torneio que tem Avaí, Coritiba, Ceará e Atlético-PR, o Vasco tem obrigação de atropelar e ser campeão.

O Vasco ainda disputa dois torneios em 2011: Campeonato Brasileiro e Copa Sul-Americana. Está confiante em mais títulos?

Se não contratarmos, não teremos chances. Por mais vascaíno que eu seja, em todos os jogos que o Vasco já teve esse ano, venceu apenas um time que eu consideraria da primeira escala, que foi o Internacional. Nos outros jogos, o Vasco perdeu ou empatou. Reforços já!

O time atual do Vasco terminou com um grande jejum de títulos, uma fase de tristeza. Com isso, foi criado o 'Trem-Bala da Colina' e um novo sentimento. Como analisa esse momento de reestruturação do Vasco, voltando a ser um verdadeiro gigante?

Nunca houve um ‘outro sentimento’, ele é o mesmo sempre, independentemente da divisão ou esporte que leve a marca Vasco. Falar de um novo sentimento me parece falar de um novo amor ou forma dele, e isso não há, o Vasco é um só e o amor é um só. Para mim, a frase "O Sentimento não pode parar" não cabe, pois isso só cabe aos que algum dia tiveram dúvidas quanto a esse sentimento. E o verbo "poder" aí me gera dúvidas. Se a frase fosse "O Sentimento que não para nunca", aí sim eu "compraria" a ideia.

Sobre o atual momento, gosto da força do apelido, mas ainda falta muito para esse Vasco aí me trazer a confiança de outras épocas. Vale pelo esforço de todos, temos que ter paciência infelizmente pois o clube estava destruído em 2008, e digo destruído mesmo, e já voltamos à Libertadores em menos de 4 anos. Isso, sim, é um feito a ser muito comemorado.

Quais são suas expectativas para a Libertadores 2012?

Uma só: vencer. O trabalho tem que começar agora, as metas têm que ser muito bem pensadas, temos que conseguir mais investidores para montarmos um super Vasco, não só no papel, mas um time que alie técnica, velocidade e poder de marcação.

Qual a sua sensação com o retorno do ídolo Juninho Pernambucano?

Pode contribuir muito para essa nova fase. Será muito importante na Libertadores. É um cara incrível. Já está se sentindo em casa. Como tem amor pelo Vasco, dá para perceber pelo carinho com que fala com as pessoas no clube, sem comentários, ele é ‘o cara’ de fato.

Em conversas pré-entrevista, me contou sobre suas peças raras, inclusive que comprou uma camisa antiga de um menino que passava na rua. Você é colecionador? 

Tenho algumas camisas internacionais, que acho bonitas, como: River Plate, Manchester City, Roma, etc. Mas coleção mesmo só do Vasco. Tenho algumas peças raras, como: um conjunto da década de 80 completo com calça e casaco, uma camisa do Roberto assinada por todos os jogadores da época em que brevemente ele formou o ataque com o Romário, uma do nosso querido Geovani que me foi dada pelo próprio jogador, camisa do basquete dos anos 80 quando a Adidas patrocinava o Vasco nesse esporte e mais umas 30 camisas do Vasco de vários tipos, somando futebol, comemorativas, de jogos e uns 3 casacos.

Além do trabalho no Vasco, você também é músico. Fale sobre esse lado da sua carreira.

Meu trabalho com música já chega a 20 anos, pois comecei cedo. Tenho que matar mais que um leão por dia, pois viver de música no Rio é bem difícil. Acredito que isso aconteça no Brasil de uma forma geral, pois culturalmente, se dependesse de apoio dos estabelecimentos ou empresas, grande parte da nossa arte já teria se perdido.

Conheça alguns trabalhos de Alexandre Pessoal - http://www.myspace.com/alexandrepessoal

Já foi reconhecido por um torcedor após o início da VascoTV? Como foi a experiência?

Acho que o trabalho tem sido bem feito, estou pegando "o tom" e tentando melhorar. Confesso que não faço nada além de ser eu mesmo, como sou Vasco de alma, todos que são se identificam. Na chegada do time na volta de Curitiba já tirei várias fotos no aeroporto. Como eu estava muito nervoso e concentrado pra esse título, quase não saí de casa socialmente antes da final, evitando qualquer tipo de situação que fosse de encontro as minhas crenças. Normalmente essas fotos são tiradas com marmanjos, mães de família e crianças (risos). Mas tiro foto com quem for Vasco, logicamente falando do programa por que na música não tenho como ter esse controle. Em São Januário já tirei com vários também e de partes diferentes do Brasil, mostrando a força e potencial da VascoTV.

O que representa São Januário para você? O que acha das recentes reformas na Colina?

São Januário é mais que minha casa, é impossível entrar lá em um dia comum e não abrir um sorriso. São Januário foi erguido por nossa torcida no passado, cabe a nós melhorarmos e cuidarmos desse bem imensurável. Sou extremamente contra outros clubes alugarem ou até jogarem de graça lá. Que me desculpem os outros, mas joguem na praia ou na várzea se for o caso. No Vasco, não!

Acho que as reformas demoraram muito, mas vieram em ótima hora. Acho importante mencionar a participação da Brahma nesse processo. Muita coisa tem que ser feita ainda. Eu queria ver aquele anel fechado de arquibancada, aí sim teríamos o verdadeiro caldeirão. Com o tempo as coisas serão feitas, assim acredito.

Lembrando o quadro da 'VascoTV' ... 

Qual o 'Do 1 ao 11' na história do Vasco por Alexandre Pessoal?

Eu ia criar um esquema novo no futebol com esse meu time. E no gol vou fazer uma média brincando com os dois maiores que vi jogar (Carlos Germano e Acácio), infelizmente deixarei de fora Mazaropi, que foi o goleiro do primeiro título que vi em 82, mas tenho poucas lembranças. Lembrando que essa ‘SeleVasco’ é formada por jogadores que vi jogar. Meu esquema seria o 4-1-3-2. E como não teria um homem "forte" de marcação, seria praticamente como joga o Barcelona de hoje, onde todos são bons, habilidosos e marcam.

Acácio Germano (G)
Luís Carlos Winck (LD)
Ricardo Rocha (Z)
Mauro Galvão (Z)
Mazinho (LE)
Juninho Pernambucano (V)
Geovani (M)
Roberto Dinamite (M)
Edmundo (A)
Romário (A)
Bebeto (A)

Deixe um último recado ao torcedor cruzmaltino que acompanha a entrevista.

Gostaria de agradecer a você, Pedro, pelo espaço e divulgação do canal. Dizer que seu trabalho também tem sido muito importante, acompanhando de perto o nosso clube e levando a informação sempre de forma inteligente.

À torcida, gostaria de pedir para cada um fazer alguma coisa diariamente pelo Vasco, mesmo que pequena. Nós somos muito fortes, mas se não pensarmos juntos, jamais entenderemos essa força. Nós somos Vasco e isso ninguém nos tira, incondicionalmente amando nosso clube, mas fazendo ações, pois não adianta só cobrarmos ações se não fazemos nada. Vou tentar da melhor forma ajudar com o canal, mas quero que todos entendam que eu não sou o Vasco, apenas faço um programa pra mostrar esse Vasco. Não decido nada lá dentro, apenas levo a você uma informação que jamais chegaria pela nossa lamentável imprensa (exclui-se por favor todos os incríveis vascaínos que fazem parte dela).

Assistam ao programa no www.youtube.com/vasco, nós precisamos de "views". Isso ajuda na hora de negociar com alguma empresa no futuro. O torcedor que se cadastra lá recebe as notícias e programas assim que eles saem do forno. Seja Vasco o tempo inteiro, vamos fazer uma onda mundial por isso. É lindo demais poder ir à China e saber que tem vascaíno lá. É lindo demais saber que em todos os cantos do Mundo o Vasco está presente. Ao Vasco tudo! Vou terminar com a frase que falo no programa: o que você já fez pelo Vasco hoje?

Não apenas repita, faça a sua parte!

Saudações Vascaínas, Alexandre Pessoal.

Galeria de fotos do entrevistado (via Flickr Repórter da Colina).

sábado, 7 de maio de 2011

''Sempre quis jogar no Vasco'' - Patric / Entrevista.

(Atacante Patric, 23 anos, em treino do Vasco / Crédito: Marcelo Sadio - Vasco.com.br)

Por Pedro Maranhão - O Repórter da Colina (twitter: @reportercolina).

Pela primeira vez, o Blog do Repórter da Colina (www.reportercolina.com) consegue trazer para seus leitores uma entrevista com um jogador do elenco profissional do Vasco da Gama.

Quem conversou desta vez com Pedro Maranhão foi o atacante Patric, que chegou a São Januário em 2010, foi destaque no Campeonato Brasileiro Sub-23 e desde o início da presente temporada está no grupo principal do Gigante da Colina.

Confira abaixo o papo exclusivo com o camisa 30.

Apresente-se melhor aos leitores. Fale um pouco sobre o Patric longe dos gramados.

- Sou uma pessoa bastante tranquila, sempre buscando dar o melhor no que faço. 

Sempre quis ser jogador de futebol? Como foi o início da sua carreira?

- Sempre quis, sim. Enfrentei muitas dificudades. Eu trabalhava em limpeza de carros, saia do serviço para treinar. Até que um dia tive destaque em um campeonato Sub-20 na minha cidade, um treinador me levou para completar um coletivo de um time profissional, e todos gostaram de mim. Então assinei meu primeiro contrato. Quem mais me ajudou foi um treinador da minha cidade chamdo Vitor Jaime, trabalhou bastante comigo e me deu muitos conselhos. Se sou essa pessoa hoje, agradeço a ele.

(Patric nos tempos de Mixto-MT / Crédito: Site oficial do Mixto-MT)

O que representa para você vestir a camisa do Vasco?

- Um sonho realizado, sempre tive vontade de jogar no Vasco.

Você chegou ao Vasco em 2010 e foi destaque no Campeonato Brasileiro Sub-23. Ganhou oportunidade no elenco profissional em 2011, onde se encontra até agora ...

... como avalia esse período na sua carreira?

- Muito importante, ganhei bastante experiência.

Quais são seus melhores amigos no Vasco? Tem algum apelido no grupo?

- Me dou bem com todos os jogadores, não tenho apelidos.

Até quando é seu contrato com o Vasco? 

- Meu contrato acaba agora em maio (Atualizado: renovado até dezembro/2011).

O Vasco começou muito mal o ano de 2011, mas melhorou com a chegada de Ricardo Gomes e sua comissão técnica ...

... o que mudou nessa troca? Qual foi a receita dos novos profissionais?

- Mudou tudo. O Ricardo Gomes trouxe a confiança para nosso grupo e trabalhou muito. Ele sempre falou que tinhamos condições de reverter aquele quadro, isso nos motivou bastante.

O Vasco está em ano de eleições, época sempre muito polêmica no clube. Isso chega a afetar os jogadores de alguma maneira?

- Acho que pode afetar, sim. A gestão de hoje está fazendo um bom trabalho no Vasco.

(Comemorando gol do Vasco no amistoso contra o Cerro Porteño / Crédito: Maurício Val - Fotocom.net)

Hoje o Vasco também tem Alecsandro e Elton para o ataque. O ano é longo, cheio de competições ... Como está analisando esse momento?

- Espero minha oportunidade. Estou sempre trabalhando forte, sei que a qualquer momento ela pode aparecer, quero estar bem nessa hora.

Recentemente, o Mixto-MT (antigo clube) declarou através da imprensa interesse em repatriá-lo. Muito foi especulado nessa época. O que realmente aconteceu? 

- Eles queriam me levar, sim, mas eu não tinha interesse em voltar. Falando a verdade, nem tive contatos com eles. 

Já recebeu alguma sondagem / proposta além dessa do Mixto-MT?

- Ainda não.

Quem é seu maior ídolo no futebol?

- Meu maior ídolo é o Kaká.

Qual seu maior sonho como atleta profissional do futebol?

- Chegar à Seleção Brasileira.

Para finalizar, deixe um recado ao vascaíno que acompanha a entrevista.

- Pode contar comigo, estarei sempre dando meu melhor a favor do Vasco.

Siga o perfil do atacante Patric no Twitter - @PatricAguiar

(Clique na imagem para ampliá-la / Crédito: Blog Repórter da Colina)

O que achou da entrevista? O que achou da história de Patric? Opine nos comentários!

Entrevista reproduzida nos sites SuperVasco e NetVasco.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

''Pretendo ser ídolo no Vasco'' - Yago / Entrevista.

(Yago Andrade, LD, 1992, Vasco da Gama / Crédito: Arquivo pessoal)

Por Pedro Maranhão - O Repórter da Colina (twitter: @reprotercolina).

Com dois gols e várias assistências, o entrevistado de hoje no Blog do Repórter da Colina (www.reportercolina.com) é um dos grandes destaques no Estadual de Juniores 2011. 

Lateral-direito, vestindo a camisa 2 do Vasco, Yago Andrade (ou apenas Yago) vem mostrando seu talento nos gramados do Rio de Janeiro e planeja ser um futuro ídolo cruzmaltino.

Na conversa abaixo, o jovem jogador comenta sobre diversos assuntos: vida pessoal, início de carreira, estadia no Vasco, sonhos para o futuro, entre outras coisas.

Confira a seguir o bate-papo completo: 

Primeiro, apresente-se aos leitores. Fale um pouco sobre a pessoa Yago. 

Sou Yago Andrade, lateral-direito dos juniores do Vasco. Deus sempre foi muito importante na minha vida, depois a minha família. Moro com meus pais e meu irmão de 22 anos, os três são advogados e me apoiaram muito para seguir meus sonhos. Sempre deixaram claro que eu deveria superar barreiras para alcançar vitórias.

Quem assistia à vitória do Vasco no Estadual de Juniores sobre o Volta Redonda, em São Januário, escutava seu amigo Leandro Motta (também jogador do clube) nas sociais gritando empolgado com sua atuação ''Carrapatinho!''. Como surgiu esse apelido? 

Brincadeira do Leandro. Meu pai também jogou futebol e tinha o apelido de ''Carrapato'' (sempre me dizia que "grudava" nos adversários). Meus amigos sabem dessa história, e o Leandro implica com isso, mas não tenho apelido (risos). 

Quantas tatuagens você tem? (Foto: AP).                                                                                                    Tenho cinco no total. As iniciais da minha família nas costas, o nome do meu irmão Pablo na cintura, uma escrita em arábe que diz "Meus avós, amor eterno" no peito, uma cruz com o meu ano de nascimento na panturrilha e um provérbio da bíblia no braço direito.
Sempre quis ser jogador de futebol? Enfrentou obstáculos no início de sua carreira?

Sempre. Minha vida é meio diferente. Os obstáculos que enfrentei foram sempre relacionados à minha condição um pouco mais privilegiada, por conta da carreira dos meus pais no Direito. Sempre ouvi que era "playboyzinho" e "filhinho de  papai" ... Sentia bastante discriminação, mas não posso chamar isso de obstáculo, pelo contrário, foi mais um motivo para o meu crescimento como jogador. 

O que representa para você vestir a camisa do Vasco?

É um orgulho vestir a camisa de um time gigante como o Vasco da Gama.

Como você veio para o Vasco? Há quanto tempo está na Colina?

Aos oito anos de idade, comecei na escolinha de futebol do Vasco no clube 'Caça e Pesca' na Barra da Tijuca. Aos nove, durante um jogo contra os federados do Vasco, fiz três gols, sendo dois de falta. Na época, o treinador Rodney Gonçalves gostou e entrou em contato com os meus pais. Estou no clube desde 2001.

Como você avalia esse período até agora? Ganhou experiência?

Desde que comecei a defender o Vasco da Gama, no pré-mirim, sempre tentei dar o meu melhor. Ate com febre eu treinava. A cada dia me superava e continuo lutando. Esse período foi valioso porque amadureci, compreendi que na vida se ganha e se perde, entendi o que seria dificuldade, ao ver meus amigos passarem situações que jamais vivenciei. Criei laços, vi grandes companheiros indo embora, brinquei bastante também. Foi e é um aprendizado para o resto da vida. O time, os professores, os amigos, os funcionários, a torcida, as lesões sofridas: tudo isso marcou muito.

Quais os momentos mais marcantes até agora em São Januário? E as melhores amizades?

Tive muitos. Acho que o mais marcante foi quando descemos pra Série B em 2008, ouvia muito das pessoas que sabiam que eu jogava no Vasco. Por mais que eu não fosse dos profissionais, sofri como se estivesse em campo, poucas pessoas conhecem o peso dessa camisa. Tive muitos amigos de profissão, não tenho como falar um ou dois nomes.

(Momentos de Yago pelo Vasco / Crédito: Blog Repórter da Colina)

Em relação à comissão técnica (Galdino, Newton, Márcio ...). O que pode nos falar?

Bons profissionais. A cobrança da parte deles tem que existir. Galdino cobra muito nos treinamentos, Newton está sempre no ''nosso pé'' para não perdermos o foco, e o Márcio faz um excelente trabalho com os goleiros. Só que não podemos nos esquecer dos outros membros da comissão, que também são muito importantes. Jair Bragança (coordenador), Valdir (roupeiro), os massagistas ... Todos excelentes profissionais.

Sobre o Yago em campo. Sempre jogou como LD? Quais são suas características?

Sou um jogador bastante disciplinado taticamente, tento ouvir os conselhos daqueles que querem me ajudar. No início, eu jogava no meio-campo, mas pelas minhas características, o treinador Marcos Alexandre resolveu me testar na lateral. Me adaptei bem e desde o segundo ano no infantil venho jogando nessa posição. Acho que minhas características principais são: determinação, disciplina tática e a facilidade nas bolas paradas.

Entre gols, assistências e boas jogadas, você está sendo um dos destaques do Vasco no Campeonato Carioca de Juniores 2011. Como analisa seu atual momento?

Estou numa fase maravilhosa. Graças a Deus, as coisas que eu sempre desejei estão acontecendo. Pretendo continuar trabalhando forte e espero a oportunidade no time principal.

Já aconteceu alguma sondagem / proposta de outro clube para contar com o seu futebol?

Tive algumas propostas, sim, mas sempre deixei a parte extra-campo para os meus pais resolverem junto ao meu empresário. Hoje penso só em cumprir o meu contrato com o Vasco.

Até quando tem contrato com o Vasco? Pretende permanecer na Colina por muito tempo? 

Março de 2012. Pretendo ir até o fim e, se for da vontade do Vasco, renovar e ser ídolo aqui.

(Yago com o grupo cruzmaltino / Crédito: Blog Repórter da Colina) 

Há algum jogador no elenco profissional que voce se admire?

Admiro o jeito do Fágner em campo. Além de atuar na mesma posição, vejo meu futebol parecido com o estilo dele jogar.

Quem é o seu maior ídolo no futebol?

Mesmo sendo brasileiro e tendo chorado pelo que ele fez com a nossa Seleção (risos), meu ídolo é o Zidane, ex-jogador da França. Era um jogador extraordinário. Eu sempre parava o que estava fazendo pra vê-lo jogar.

Qual é o seu maior sonho profissional? 

Chegar à Seleção Brasileira e conquistar uma Copa do Mundo.

Para finalizar, um recado para todos que te apoiaram e outro para a torcida do Vasco.

Agradeço àqueles que me apoiaram e sempre acreditaram no meu sucesso. 

Para a torcida, digo que sempre vou lutar e dar o meu melhor pra ver o Vasco no seu devido lugar: o cenário internacional, como um time de tradição.

Siga o perfil de Yago no Twitter: @AndradeYago.

(Ficha completa de Yago - Clique na imagem para ampliá-la / Crédito: Blog Repórter da Colina)

Lances da boa atuação de Yago contra o Flamengo: (via Youtube Repórter da Colina).


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Entrevista publicada nos sites SuperVasco e NetVasco.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Prep. físico do Vasco: Rodrigo Poletto - Entrevista.

(Rodrigo Poletto, novo preparador físico do Vasco / Crédito: Marcelo Sadio - Vasco.com.br)

Por Pedro Maranhão - O Repórter da Colina (twitter: @reportercolina).

O Blog do Repórter da Colina (www.reportercolina.com) segue sua jornada de entrevistas exclusivas para ampliar o horizonte de conhecimento da imensa torcida do Vasco.

A conversa de hoje foi com o recém-chegado preparador físico Rodrigo Poletto, que faz parte da comissão técnica do treinador Ricardo Gomes.

Foram abordados diversos assuntos, entre eles: trajetória pessoal, detalhes sobre o trabalho de um preparador físico, atual momento em São Januário, entre outros.

Confira o bate-papo completo abaixo:

Primeiro, apresente-se aos leitores. Conte um pouco sobre a pessoa Rodrigo Poletto.

Sou Rodrigo Poletto, tenho 38 anos, natural de Caxias do Sul-RS. Formado em Licenciatura Plena em Educação Física na UCS (Universidade de Caxias do Sul), com especialização em Treinamento Desportivo pela UNOPAR (Universidade Norte do Paraná) e mestrado em Ciência do Treinamento pela Universidad de Matanzas-CUBA. Estou muito feliz de estar compartilhando informações da minha carreira com todos os torcedores do Vasco da Gama.

Fale um pouco sobre a sua função. O que exatamente faz um preparador físico?

O trabalho do preparador físico atual integrante de uma equipe interdisciplinar é: fazer a periodizaçao do treinamento, a elaboraçao das cargas de trabalho, o desenvolvimento das capacidades físicas em conjunto com técnicas e táticas, elaborar em conjunto com demais profissionais a programação de viagens, estratégias de recuperação, elaboração de treinos para atletas nas mais diferentes situações específicas e coletivas. Atuar sempre integrando todas as áreas ligadas ao futebol, como: fisiologia, fisioterapia, psicologia, técnica, médica, administrativa etc.

Como você entrou no mercado do esporte? Esse sempre foi o seu objetivo?

Sim, desde que comecei o curso de Educaçao Física, sempre fiz todos os cursos complementares em preparação física. Comecei a trabalhar logo com categorias de base em todas as idades, isso me deu o aprendizado prático aliado à teoria científica.

Há algum outro profissional da sua área que você admire?

Sim. Tive a oportunidade de trabalhar com vários da minha área e isso me ajudou muito no crescimento profissional, agradeço sempre a todos. Tenho uma admiração muito grande pelo Darlan Scheider, que além de otimo profissional, tambem é um grande amigo.

Você chegou ao Vasco agora, mas já está no ramo há algum tempo. Onde começou sua carreira? Por onde passou até hoje?

Iniciei minha carreira no E.C. Juventude, em 1995, atuando nas categorias de base até chegar ao profissional no ano de 2000. Participei das duas maiores campanhas desse clube na série A: em 2002, com o técinco Ricardo Gomes, e em 2004, com o tecnico Ivo Wortman. Em 2005, fui para o Dinamo de Moscou da Russia, voltei ao Juventude em 2006, fui para a Seleção do Panamá com o técnico Alexandre Guimarães em 2007, voltei no fim de 2008 novamente ao Juventude, fui para o Paysandu em 2009 com o técnico Edson Gaúcho, onde fomos campeões estaduais, voltei mais uma vez ao Juventude em 2010 e agora o Vasco da Gama em 2011.

Você já trabalhou em lugares tradicionalmente frios, como o Sul do Brasil e a Russia. Como está a adaptação ao forte calor carioca?

Trabalhei na América Central no Panamá também, onde o clima é bastante quente o ano todo. E também na Região Norte do País, em Belém. Portanto sou de fácil adaptação aos extremos: tanto calor, como frio (risos).

Como foi destaque em matéria do Diário Lance!, você é muito ligado às redes sociais. Comente a importância dessas ferramentas no seu trabalho aos leitores do Blog #RdC.

Comecei a utilizar de forma mais intensa a partir de 2005, por motivo de distância de familiares e amigos. Comecei a procurar redes socias para me aproximar e estar em contato constante com todos. Depois utilizei com atletas e demais integrantes de comissões técnicas e amigos do futebol. Através disso, comecei a intercambiar experiências e trocar informações relacionadas ao trabalho. Isso tem me ajudado muito em minha carreira.

(Rodrigo Poletto no treinamento em São Januário / Crédito: Marcelo Sadio - Vasco.com.br)

Já encarou algum caso de atleta fazendo o famoso ''corpo mole'' nos treinamentos?

Hoje em dia, os atletas estão muito mais orientados e cientes da importância de estarem em um nível de performance elevado, portanto através do respeito e diálogo com todos, esses maus exemplos estão terminando. Já tive casos onde precisei chamar a atenção de uma forma mais dura e até tirar o atleta de treinamento, mas procuro conversar e orientar cada um, pois esta é a minha função como professor.

O que representa para você trabalhar em um grande clube como o Vasco?

Com certeza é uma oportunidade profissional excelente. Trabalhar em um clube da grandeza do Vasco da Gama é uma responsabilidade imensa, onde vou procurar retribuir com total dedicação e respeito à instituição e seus torcedores.

Como foi a recepção na Colina? Já está entrosado ao novo ambiente? Os jogadores estão se adequando bem ao seu modo de trabalho?

A recepção foi muito boa, contei com a integração de todos os demais funcionários e atletas em um ambiente muito positivo. Através da troca de informações com demais membros da comissão do clube, ficou mais fácil atuar de forma efetiva e dar sequência ao trabalho que tinha sido iniciado. Portanto os atletas assimilaram rapidamente nossa forma de trabalhar.

Você chegou ao Vasco junto com o treinador Ricardo Gomes. Tinha alguma ligação com ele? Já trabalharam juntos?

Eu, Ricardo Gomes e Cristóvão Borges trabalhamos juntos em 2002 no E.C. Juventude na melhor campanha do clube na série A. Tivemos uma grande harmonia de trabalho, uma amizade forte e agora surgiu essa oportunidade para voltarmos a trabalhar juntos.

Qual está sendo a importância desse longo período sem jogos para o início do seu trabalho em São Januário?

Esse tempo está sendo ótimo para ajustarmos todos os detalhes, implantar nossa filosofia de trabalho. Particularmente importante para que eu possa conhecer individualmente cada atleta e poder contribuir para o aumento da performance individual e coletiva, sem esquecer da base muito bem elaborada no inicio do ano.

Você conhece o Jorge Sotter (antigo preparador físico do Vasco)? A base do trabalho deixada por ele foi boa?

Conheço o Jorge Sotter, é um excelente profissional. Fiquei muito tranquilo por saber que ele fez a base física do início do ano, portanto poderia dar sequência nesse trabalho atuando de forma intensa sem ter qualquer prejuízo.

Os torcedores estão ansiosos para ver os novos reforços em campo: Elton, Leandro, Bernardo e Chaparro. Como está a situação física de cada um deles?

O Elton e o Bernando estão treinando normalmente com o restante do grupo e a partir de agora estão à disposiçao do técnico. O Leandro está passando por um período de reforço e equilíbrio muscular, ficando à disposição para o início do returno dependendo da sua evolução individual. O Chaparro está treinando fisicamente para elevar sua condição e ficar em um nível homogêneo com o restante do grupo.

Muitos jogadores sofreram com seguidas lesões ano passado, não só no Vasco, mas em todo o futebol brasileiro. Há algum trabalho físico que possa diminuir isso?

Procuramos fazer um trabalho interdisciplinar atuando em todas as áreas para elevar a performance dos atletas, a sintonia de todos os profissionais ajuda a minimizar as lesões. Porém sabemos que o calendário do futebol brasileiro, sem uma pré-temporada com tempo suficiente para desenvolvimento da condição esportiva do atleta e jogos em número excessivos, favorece o surgimento das lesões musculares, articulares e traumáticas.

Para finalizar, deixe seu recado para a imensa torcida do Vasco em todo o Brasil.

Gostaria de dizer que o apoio, a vibração e a torcida são fundamentais. Somente com a união de todos em busca do mesmo objetivo é que chegaremos ao sucesso. Grande abraço a todos os torcedores vascaínos!

Siga a conta de Rodrigo Poletto no Twitter: @rodrigopoletto
Visite o Blog do novo preparador físico do Vasco: www.rodrigopoletto.blogspot.com

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Entrevista publicada nos sites SuperVasco e NetVasco.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

''O Gigante de Sines'' - Entrevista.

(Gott ainda no Vasco da Gama / Crédito: Blog de Base)

Por Pedro Maranhão - O Repórter da Colina (twitter: @reportercolina).

Logo após conversar com o jovem atacante Diego Luiz, o Blog do Repórter da Colina (www.reportercolina.com) continua buscando matérias exclusivas para os seus leitores. 

A entrevista de hoje é com um goleiro que teve boa passagem pelo Vasco nos últimos dois anos (09/10) e hoje atua no nosso irmão português, o Vasco de Sines. Trata-se do jovem Gott, que vem sendo destaque em Portugal, inclusive ganhando manchetes da imprensa lusa.

Foram abordados diversos temas, entre eles: início de carreira, passagem recente pelas categorias de base do Vasco-RJ, atual momento na Europa, Rodrigo Caetano, entre outros.

Confira o bate-papo completo abaixo:

Primeiro, apresente-se aos leitores. Fale um pouco sobre a pessoa Gottfried.

Sou um cara simples, humilde e trabalhador, que ama o que faz: jogar futebol.

Pelo seu nome, podemos perceber raízes estrangeiras em sua família. De qual país vem essa herança? Alguma história relacionada a isso?

Meus bisavós paternos vieram da Alemanha na 2ª Guerra Mundial. Eu herdei o nome do meu avô, que também se chamava Gottfried Golz.

Conte sobre o início de sua carreira. Enfrentou obstáculos? Alguém ajudou a superá-los?

Início da carreira sempre é difícil. Eu comecei na escolinha da minha cidade com 11 anos. Aos 13, um olheiro me viu jogando e me levou para o Grêmio. Foi bastante complicado, eu morava em Porto Alegre sozinho, mas graças a Deus sempre tive pessoas que me ajudaram muito. Meus pais nunca me deixaram desanimar, sou grato a eles por tudo. Também agradeço à Montano Sports, que sempre me apoiou.

(Lucas Covolan - Adílson - Marcio (Prep. de goleiros) - Gott / Crédito: Blog de Base)

De que maneira você veio parar no Vasco? Quanto tempo permaneceu em São Januário? Como foi esse importante período na sua carreira?

Cheguei ao Vasco em setembro de 2009, tinha rescindido contrato com o Grêmio. Me lembro que nessa época fiquei sem clube e fui apresentado à Montano Sports, que me ajudou muito e me indicou para o Vasco da Gama, onde tive uma boa passagem. No fim de 2009, fomos campeões do Torneio OPG. Após isso, na Copa SP de Juniores, não fomos bem. Reconheço que não fiz uma boa Taça (Copa SP 2009), mas amadureci e aprendi muito na competição. Em 2010, vencemos a Taça Rio de Juniores e logo depois o Campeonato Carioca. Tenho orgulho de ter feito parte daquele grupo campeão.

Qual foi o momento mais marcante de sua estadia na Colina?

Tive muitos momentos bons no Vasco. No fim de 2009, quando fui chamado pra treinar com o Carlos Germano, foi uma fase muito boa, aprendi muito com ele. Como com o próprio Marcio, preparador de goleiros do Juniores. Foram duas pessoas que sempre me ensinaram muito (Germano e Marcio), tenho grande admiração por eles. E 2010, quando conquistamos o título estadual, foi um momento marcante na minha carreira.

Acha que ganhou experiência nesse meio tempo? 

Com certeza! Amadureci muito no Vasco, como pessoa e como atleta.

Quais foram suas melhores amizades dentro do Vasco? Quem mais te ajudou lá dentro?

Seria injusto se eu citasse poucos nomes, tenho grandes amigos em São Januário. Desde o primeiro dia, sempre me senti em casa, todos me acolheram muito bem.

Há algum jogador do elenco profissional cruzmaltino que você admire? Quem e porque?

Admiro muito o Fernando Prass. Além de ser um excelente goleiro, é uma otima pessoa.

Quem é o seu maior ídolo no futebol?

Nao tenho ídolos, mas admiro muito o Taffarel.

(CRVG & VGAC / Crédito: Blog #RdC)
(Matéria sobre Gott / Crédito: A Bola)

























Em nossas conversas pré-entrevista, você foi só elogios ao diretor executivo de futebol vascaíno, Rodrigo Caetano. O que pode nos falar sobre ele?

Tive a oportunidade de trabalhar com o Rodrigo Caetano no Grêmio. É um grande profissional, muito competente. Se preparou e hoje vem fazendo um belo trabalho no Vasco.

Recentemente, foi feito um abaixo-assinado para pedir a continuidade do trabalho do Rodrigo em São Januário. O que acha dessa manifestação?

Eu já estava em Portugal, acompanhei pela internet. Vejo isso como o reconhecimento de um trabalho muito bem feito. Ele é um excelente profissional e com certeza fez por merecer.

Hoje, você atua no Vasco de Sines-POR e tem sido destaque em recentes matérias da imprensa lusa. Como você analisa o seu atual momento?

Graças a Deus, as coisas têm corrido bem aqui. Todos me acolheram bem, tenho trabalhado bastante. Nada resiste ao trabalho bem feito. Estamos em 1º lugar na tabela de classificação e temos a defesa menos vazada: 17 jogos e apenas 12 gols sofridos. Até o momento, atuei em todas as partidas. Está sendo uma ótima experiência para mim.

Até quando é o seu contrato em Portugal? Pretende retornar e brilhar na Colina?

Meu contrato com Vasco da Gama-POR vai até junho desse ano (2011). Sonho em um dia poder voltar e dar muitas alegrias à torcida do Vasco da Gama-RJ.

Qual é o seu maior sonho profissional?

Um dos sonhos que eu tenho como goleiro é chegar à Seleção Brasileira. Sei que é preciso muito trabalho e dedicação, só assim que se atinge objetivos.

Para finalizar, deixe seu recado para todos que te apoiaram e para a torcida do Vasco.

Agradeço a todos e deixo um grande abraço para a torcida vascaína em todo Brasil.

Siga a conta de Gott no Twitter: @GodoGott.

(Clique na imagem para ampliá-la / Crédito: Blog Repórter da Colina)

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Entrevista publicada nos sites SuperVasco e NetVasco.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

''Guardem esse nome: Diego Luiz'' - Entrevista.

(Diego Luiz - Willen / Crédito: Foto Arena)

Por Pedro Maranhão - O Repórter da Colina (twitter: @reportercolina).

O Blog do Repórter da Colina (www.reportercolina.com) tem a honra de trazer mais uma entrevista aos seus leitores, agora com um jovem talento que atuou pelo Vasco na Copa SP de Juniores, mas que infelizmente deve deixar São Januário: o atacante Diego Luiz. 

Foram abordados diversos temas, entre eles: carreira profissional, período na Colina, amizades importantes, grandes ídolos etc.

Confira abaixo o bate-papo completo:

Primeiro, apresente-se aos leitores. Fale um pouco sobre o Diego Luiz.

O que eu posso falar sobre o Diego: um cara humilde, tranquilo, corre atrás do que quer e sonha, sempre busca o melhor para a sua familia. Primeiro minha mãe e depois eu. Se ela não está bem, eu também não estou bem.

Como atua o Diego em campo? Quais são as suas características?

O Diego gosta de atuar pelas laterais do campo, como um ponta. Tive grande sucesso atuando assim no Campeonato Paulista, fui um dos artilheiros 1ª fase: 14 gols em 15 jogos, uma excelente meta e um excelente campeonato. Características são: velocidade, movimentação, agilidade, arremate de longa distância. Marcas registradas do Diego em jogos oficiais.

(Diego Luiz [11] comemorando com os companheiros de Vasco / Crédito: Roberto Vazquez - Futura Press)

Você enfrentou obstáculos no início da sua carreira? Alguém te ajudou a superá-los?

No começo, tudo foi difícil. Meu pai tinha acabado de falecer, e eu estava perdido, não sabia o que faria: se jogava a toalha ou se batalhava para ser alguém na vida. Foi então que decidi ser alguém na vida e correr atrás de um sonho meu e dele (pai): virar um jogador de alto nível. Enfrentei muitos obstáculos, mas 'ele' estava sempre ao meu lado para me dar força. Você deve estar perguntando quem. É ele mesmo: Jesus Cristo, que nunca me abandonou e sempre me deu forças para continuar batalhando e buscando o melhor para mim e minha família. Dois treinadores me ajudaram muito: Moreira, ex-goleiro do Fluminense, e Ricardo Narusevicius (PAEC-SP). Meu tio me carregou também, nas horas mais difíceis esteve ao meu lado, junto com minha mãe  e meu irmão. Assim tudo fica mais fácil. Com a família ajudando, a felicidade te acompanhando e tudo dando certo ... não é mais com eles (família), e sim com você. Eu dependia só de mim mesmo.

Você acaba de deixar o Vasco. Onde vai seguir sua carreira? Está animado?

Então, apesar de eu ter meu contrato ainda assinado no Vasco 'O Gigante da Colina ', o meu passe é do Pão de Açúcar Esporte Clube (PAEC-SP), eu prentendo rescindir e voltar para lá. Estou muito animando e feliz. Perto de casa, posso ajudar a minha mãe. Tudo volta ao normal. Meus companheiros estão felizes pela minha volta, é como se eu fosse uma contratação de peso (risos). Lá sou chamado de 'Oreia', são muitas amizades.

Quanto tempo ficou em São Januário? Como avalia seu período na Colina?

Foram de 5 a 6 meses. No começo foi complicado, mas logo fiz amigos e tudo ficou tranquilo. Foi um período de altos e baixos. Fiz uma boa estreia, com gols. Logo depois foram momentos difíceis de oscilação. A pressão era grande, não passamos nem da primeira fase do Torneio OPG. Eu me abalei psicologicamente, e isso me atrapalhou muito dentro de campo. Não consegui render, fiquei treinando muito tempo, só me restava a Copa Sao Paulo. 

Como foi disputar a Copa SP pelo Vasco?

Disputar a Copa SP pelo 'Gigante da Colina' foi umas das melhores coisas que aconteceram na minha vida, foi fabuloso, fiquei muito feliz. Estava preparado, porém com um pé atrás antes da estreia. Logo que fiz o primeiro gol do Vascão, tudo ficou mais tranquilo, já estava aliviado (risos). O ambiente era bom, ganhamos a segunda e estavamos matematicamente classificados. Foi uma grande Taça: fiz gol e dei passes. Mas ao mesmo tempo, me auto critico, pois sei que poderia ter feito mais, e a diretoria do Vasco esperava isso de mim. 

Você acha que amadureceu nesse meio tempo? Ganhou experiência?

Amadureci muito, meus companheiros me ensinaram muitas coisas. Estou mais experiente, isso só me ajuda. Sou novo e tenho tudo pra dar certo, só depende de mim e do meu esforço. Agradeço a todos que me ajudaram e fico lisonjeado por atuar em um grupo tão forte e concorrido. Foi o grupo mais cadenciado e mais experiente em que já atuei. Era difícil para o treinador montar o time, pois todos estavam em alto nível.

Como foi ser treinado pelo 'professor Galdino'?

Ser treinado pelo Galdino, pelo Marcio e pelo Niltinho ... foi maravilhoso! São magníficos. O Galdino é uma pessoa que nos entende e joga aberto com os jogadores. Ele dá liberdade a todos, menos para o roupeiro Waldir (risos). É alguém que entende muito dentro de campo, passa sua experiência para todos nós. Foi um treinador com quem aprendi muito e fico agradecido por toda a ajuda. 

(Diego Luiz em destaque na imprensa / Crédito: Blog Repórter da Colina)

Quem foram seus melhores amigos dentro do Vasco?

Dentro do Vasco, meu nome ainda era pouco falado e desconhecido, mas tive grandes amigos. O Luan Garcia, capitão do juvenil, foi um dos meu melhores amigos ... Cicero, Pereira , Dieyson, Romario de Souza, Roiter, Athan, Jean e Patrick também foram pessoas que me ajudaram muito no tempo em que fiquei no 'Gigante da Colina'. 

Há algum jogador do elenco profissional cruzmaltino que você admire? Quem e porque?

Sim ... o Éder Luis é uma pessoa maravilhosa. Humilde, bom jogador e simples. Gosto muito do futebol dele. 

Qual é o seu grande ídolo no futebol?

O Ronaldo Fenômeno. Na minha opinião, é o melhor atacante de todos os tempos. Não é à toa que é o maior artilheiro de todas as Copas. O admiro porque, toda vez que caiu, se levantou. Após grandes cirurgias, sempre renasceu das cinzas. Busco inspiração nele. Ele foi e é o cara!

Pretende um dia retornar ao Gigante da Colina?

Pretendo, mas não agora. Acho que o Vasco me ajudou muito e espero retribuir daqui a alguns anos. Mas isso só o tempo dirá. Quem sabe um dia eu retorno? Só Deus sabe!

Qual é o seu maior sonho profissional?

Atuar em um grande time, ser um atleta de ponta, jogar em um grande clube da Europa ... mas não por muito tempo, quero encerrar minha carreira no Brasil. 

Para finalizar, deixe seu recado para as pessoas que sempre te apoiaram em sua carreira e para o torcedor do Vasco.

Para quem sempre esteve ao meu lado, obrigado por tudo. E àqueles que não acharam que eu chegaria, aí estou eu hoje. Agradeço a todos do Vasco: à diretoria, à comissão técnica e aos torcedores pelo apoio. Espero um dia regressar e dar muitas felicidades a vocês. Foi uma passagem rápida, mas foi uma passagem boa. Valeu, galera. Obrigado por tudo! E vocês ainda vão ouvir falar em mim. Guardem esse nome: Diego Luiz!

Siga o perfil de Diego Luiz no Twitter: @D11Vasco.

(Clique na imagem para ampliá-la / Crédito: Blog Repórter da Colina)

Veja abaixo gols da carreira de Diego Luiz: (via Youtube Repórter da Colina).


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Atualização (23/03/2011): Diego Luiz está de volta ao Vasco (veja).
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Entrevista publicada nos sites SuperVasco, NetVasco e Blog de Base.